Balanço do Programa

A 23 de Novembro de 2009, o Secretariado do Grupo de Estados ACP reuniu o 14º comité de orientação do programa SFP, em colaboração com o Serviço de Cooperação EuropeAid e as DG Mare, Comércio, SANCO e Desenvolvimento. Os resposáveis da execução e da coordenação do programa nas diversas áreas apresentaram seus resultados , intervenções em curso et planos d’accão.

A 23 de Novembro de 2009, o Secretariado do Grupo de Estados ACP reuniu o 14º comité de orientação do programa SFP, em colaboração com o Serviço de Cooperação EuropeAid e as DG Mare, Comércio, SANCO e Desenvolvimento. Cada coordenador de módulo efectuou uma apreciação do seu domínio, incidindo nas missões em curso.

Gary Preston, coordenador do módulo 1 (dedicado ao reforço das capacidades de controlo sanitário), salientou ter definido 70 missões e dois eventos de capacitação no ano passado. Em 2010, será dada uma maior ênfase à formação e à compra de equipamento. O responsável por este módulo garante a finalização dos procedimentos de avaliação dos convites à apresentação de propostas e confirma a elegibilidade das entidades sul-africanas para participarem nos mercados do módulo, tanto a nível de equipamentos como de serviços de formação.

Nicholas Willoughby, coordenador do módulo 2 (Apoio aos laboratórios e institutos técnicos), começou por recordar que o manual do laboratório será publicado no início de 2010. Em contrapartida, o calendário para a compra de equipamentos é limitado, visto o módulo 2 não dispor de pessoal especializado na matéria e devido à complexidade dos equipamentos de laboratório em questão.

Bent Larsen, coordenador do módulo 3 (centrado na assistência às empresas de exportação), relembrou a diferença deste módulo em relação aos restantes, pois é dirigido ao sector privado. O módulo já deu formação a 260 pessoas em várias fábricas, onde se verificam diferenças enormes na qualidade. No período que se avizinha, as formações serão mais extensas e focalizadas.

Por fim, Claus-Norbert Fink, coordenador do módulo 4, que visa o apoio à pequena pesca, referiu: «uma melhoria da qualidade sanitária dos produtos da pesca é de grande importância para os mercados locais e regionais, pois contribui para a segurança alimentar.». Os projectos centraram-se na sensibilização para as boas práticas de higiene e na elaboração de guias sobre a concepção de locais de desembarque, na organização e gestão de agrupamentos e na elaboração de business plans. Claus-Norbert Fink referiu ainda que o módulo irá adquirir algumas caixas isotérmicas, caso seja necessário, e recordou os elos entre as actividades artesanais e industriais.